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domingo, 12 de junho de 2011

POVO AIKANÃ

Foto: Vincent Carelli/ISA, 1981

Aikanã

  • Outros nomes
    Massaca, Tubarão, Columbiara, Mundé, Huari, Cassupá
  • Onde estão
    Rondônia
  • Quantos são
    180 (Vasconcelos, 2005)
  • Família linguística
    Aikaná

Introdução

A Terra Indígena em que hoje habitam os Aikanã não corresponde ao seu território tradicional. Foram levados para lá pelo órgão indigenista em 1970, juntamente com outros dois povos indígenas. Dada a pouca fertilidade do solo, tiravam seu sustento da seringa, mas, devido à queda no preço desse produto, hoje encontram sérias dificuldades em sua reprodução física e cultural. Longe de se resignarem com essa situação, os Aikanã atualmente desenvolvem projetos de valorização cultural e procuram manter viva a língua por meio da formação escolar bilíngüe.
FONTE ;VISITE  ESSE LINK E VEJA MAIS   http://pib.socioambiental.org/pt/povo/aikana 

Intervenções cotidianas contra Belo Monte

 
Que pais e esse  ?   
Uma frase repetida por gerações seguintes se  referindo a desigualdade social no Brasil e a corrupção caos e falência do poder publico e neutralidade da população
Que pais e esse   ?
Hoje nos ativistas de causas ambientais e indígenas em relação a Usina Belo Monte
-Estamos na luta   !!
Mas não são todos que se postam contra a barragem, que tem condições  , de organizar e participar de manifestações , publicas por talvez estar fora dos grandes centros urbanos
Há uma falta de conhecimento  , e consciência da pessoas quando o assunto e Belo Monte , isso vejo claramente nas ruas , no trabalho nos meios de comunicação se nota que não da pra ter uma saudável discutição,  um assunto tão importante para o Brasil como quanto homossexualismo  ,pedofilia ,direito das mulheres, sem muitas analogia sei que todos são relevantes, mas se trata do nosso futuro do futuro dos nossos filhos, descendentes 
É urgente   !!!
Falta informação  , ao grande público, temos que conseguir mais aliados
Em vários lugares do Brasil  , pessoas de vários tipos de seguimentos, que estejam na luta de coração
-Vamos dizer não a Belo Monte  !!!
Então pensei  , e pensei - como fazer isso?, a informação chegar ao grande publico
Foi então que tive uma idéia,  uma singela ideia
Intervenções cotidianas
Intervenções cotidianas, tem como objetivo , cada um de nos fizermos nossa  parte como podemos e claro , publicamente sabendo que não são todos que podem participar  dos protestos
Vamos informar as pessoas no nosso dia a dia através de cartazes faixas folhetos informativos  , e panfletos ao dialogando no trabalho discutindo tornando o discutível em salas de aulas e demais locais públicos lugares onde pessoas precisam esperar como filas qualquer manifestação artística , e convidativa e bem vinda , e o que possa ajudar a chamar a atenção das pessoas para a questão
Vamos fazer nossa parte
Contra Belo Monte  , como formiguinhas por onde podermos ,e onde fomos seremos porta voz dessa causa  com um dialogo firme
Por muitas  cidade em todo o Brasil
Intervir no dia a dia das pessoas e as informar sobre a hidrelétrica para que eles tenham suas própria opinião sobre o  assunto intervenções cotidianas contra Belo Monte
Belo Monte não  !!!!!!!!!!!!!!!
 

domingo, 5 de junho de 2011

Meio ambiente

http://www.youtube.com/watch?v=nBD46wOZHq0&feature=related

meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo naTerra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos.
O conceito de meio ambiente pode ser identificado por seus componentes:
Na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente celebrada em Estocolmo, em 1972, definiu-se o meio ambiente da seguinte forma: "O meio ambiente é o conjunto de componentes físicos, químicos, biológicos e sociais capazes de causar efeitos diretos ou indiretos, em um prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades 

ativismo

A Luta é uma palavra repetida, admirada,as pessoas lutam por vários motivos ,
 -vamos a luta !. quando se é atingido de alguma forma logo se pensa em lutar ,
mas em alguns casos não passa te empolgação , e entusiasmo
 Quando se luta , traça estratégias , se reúne conhece,
e se une com pessoas que pensam igual
Objetivos ,metas meios de explorar suas ideias .
Sempre respeitando opiniões , e também exigindo respeito
Uma simples vitoria demora, pode vim depois de muita batalha
e também de derrotas , mas guerreiros não se abalam , reúne forças e segue persegue
, os seus objetivos , eles estão logo a frente
, não desista !
toda uma caminhada não e feita só de palavras, mas sim de suor,transpiração entrega
,em dias quentes e de chuva estamos juntos, um fortalecendo o outro como elos 
de uma corrente .
Não somos iguais em tudo , mas vamos seguir em frente
ainda estamos lutando, na batalha , perseguimos um ideal
então vamos refletir , dividir , e agir
se você luta por um ideal seja qual for com toda honestidade
fico feliz em ver você em plena atividade.

Diego Barros 05/062011

Ministério Público estuda nova ação contra usina de Belo Monte Quinta-feira, Junho 2, 2011


Procurador se diz surpreso com licença para obra sem contrapartidas. Se for constatada irregularidade, ação pode ser executada nesta quinta-feira (2).

À frente da luta contra a instalação da usina de Belo Monte, o procurador Felício Pontes Junior, do Ministério Público Federal do Pará, afirmou estar surpreso com a liberação da licença de instalação para início das obras da hidrelétrica no rio Xingu, anunciada nesta quarta-feira (1º) pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Pontes Junior disse que o instituto liberou o projeto mesmo sabendo que a empresa responsável pela obra, a Norte Energia, havia confirmado que grande parte das contrapartidas condicionadas à liberação da licença sequer teriam sido iniciadas.
“Há uma semana a Norte Energia mandou a informação que dos 103 pontos condicionantes à obra, que teriam sido exigidos pelo Ibama, 59% não foram cumpridos. A procuradoria vê com surpresa essa questão e vamos analisar o projeto. Se encontrarmos irregularidades, não descartamos a possibilidade de impetrar uma ação civil pública ambiental”, afirmou o procurador.
Entre as ações que teriam de ser feitas antes do início de Belo Monte incluem obras de saneamento básico nos municípios que vão rodear o lago da usina, retirada de não-indígenas de terras pertencentes às tribos, projetos de educação e saúde, além de reforço na infraestrutura das cidades de Altamira, Anapur, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu e Brasil Novo, que poderão receber ao menos 100 mil novos habitantes devido à construção.
Indígenas – Segundo o procurador, ao menos três etnias indígenas serão afetadas diretamente (os jurunas, arara e xicrin), que vivem no meio da floresta amazônica. “O estudo da Norte Energia não mostra qual será o impacto causado por Belo Monte. Além disso, Altamira e Vitória do Xingu serão inundadas. A geografia da cidade será modificada. Estamos realizando um estudo paralelo e, ao mesmo, colhendo informações da população dessa região”, afirmou.
Para o líder indígena Megaron Txucarramae, um dos opositores da construção da usina de Belo Monte, o governo não ouviu as minorias ao autorizar a obra.
Belo Monte – Com a licença de instalação, a obra da usina pode começar. Antes, o Ibama já havia concedido a licença parcial de instalação, para o início do canteiro de obras.
Segundo o instituto, o licenciamento foi marcado por “robusta análise técnica e resultou na incorporação de ganhos socioambientais. Entre eles, a garantia de vazões na Volta Grande do Xingu suficientes para a manutenção dos ecossistemas e dos modos de vida das populações ribeirinhas”. A possibilidade de seca na Volta Grande do Rio era uma das principais críticas da comunidade indígena local, biólogos e ambientalistas.
Belo Monte será a segunda maior hidrelétrica do Brasil, atrás apenas da binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões, segundo o governo federal – há especulações de que a obra custe até R$ 30 bilhões. A usina está prevista para começar a operar em 2015.

Fonte: Eduardo Carvalho/ Globo Natureza

domingo, 29 de maio de 2011

Dilma assina a licença de Belo Monte

Hoje dia 28 de maio um dia após a presidente do Brasil Dilma Rouself assinar a licença definitiva para inicio das obras da usina hidrelétrica Belo Monte  . somente  vejo na internet , a divulgação dessa licença , o carro chefe do PAC programa de aceleração do crescimento não merece ser divulgado ?
Vejo na , televisão , muitas propagandas  pro governo em , novelas , programas de TV  , telejornais , como se esse tipo de informação fosse a única que devemos saber
Você acha ?
Se a economia vai bem  .
As exportação estão atingindo recordes tudo o  que leva o PIB  La em cima as riquezas nossas capitais
 E nossas riquezas naturais ?

 No meu ponto de vista o  Brasil se transforma e se modela , no ritmo internacional isso e bom normal, legal ,
 Belo monte ontem foi licenciada e a maioria da população não ficou sabendo de nada  em plena era da comunicação , e tecnologia 
Inúmeras contradições  , décadas e décadas de polemica
Belo monte foi idealizada ainda no período da ditadura militar quando foram  , propostos vários projetos de energia usinas hidrelétricas algumas delas foram concluídas outras não !!
Mesmo no período da ditadura consegui-se impedir tal destruição .
Uma coisa muito importante para um pais é aprender com os erros do  passado  ,
Me  parece  que o Brasil não aprendeu !!!
A maioria das construções de barragens no Brasil , causou e ainda causa impacto , ambiental e social em nosso pais
Muitas promessas vazias falsas que não foram cumpridas , são as mesmas feitas hoje em dia , com Belo Monte espero que essas sim sejam cumpridas   .
Mas vejo isso como política para o governo levantar um troféu de desenvolvimento e reeleger a Dilma nas próximas eleições.
As comunidades  atingidas , prejudicadas , por barragens hoje vivem em condições indignas ,desigual  afetadas diretamente , pelo o desequilíbrio do meio ambiente
 No caso de   Belo Monte em minha opinião não ira ser diferente tendo em vista que a hidrelétrica será construída na região do rio Xingu onde existe uma imensa  diversidade   de espécies de animais , e plantas que serão atingidos diretamente com a construção da usina ., iram desaparecer. 
Pelo menos 14 etnias indígenas , entre indígenas e população local vam ser expulso por volta de 40,000 pessoas das suas casas , e terras um dos grandes temores , do desequilíbrio ambiental , é o aquecimento das águas do rio Xingu, que em outras construções experiências , ocasiono em morte  em massa de cardumes de peixes que são um dos alientos  principais ,da nutrição indígena integrada, juntamente com frutos e plantas ,  e espécies que claramente podem ser prejudicadas .
Muitos  povos indígenas terão que serrem removidos de suas terras ,terras produtivas
 Como quase sempre pode prever, a qualidade dessas terras na maioria  das vezes degradas por rebanhos, pastagens , desmatamento e culturas agropecuárias
´´Aos índio migalhas ou nada´´ !!!!!!!!!
Onde as águas não ,vão ter as mesmas qualidades , nem arvores, nem a mesma diversidade de plantas e animais  para caçar
Essas desapropriações são sempre, lamentáveis e criticas
Um mundo melhor para nossos filhos  e netos próximas gerações , por isso conscientizamos e lutamos por uma sociedade , por um pais melhor
E que o desenvolvimento venha  sim !, mas aliado a preservação
 do meio ambiental , temos que despertar uma consciência ambiental em nossas crianças e dar sentido a palavra sustentabilidade ,

Mas uma vez quero firmar compromisso com nossas lutas ,
Ao lado de pessoas  , com diversas personalidades ,temos os mesmos ideais , idéias , modo de pensar , sem duvida Belo Monte nos atingiu muito em todo o Brasil, mas  ainda não acabou estamos só começando
 Firmes e nos fortalecemos uns aos outros , preservando nossas culturas perdemos uma batalha mas não a guerra !!!
 Não desistimos
 Não  baixamos a cabeça estamos unidos
Nativos
Simpatizantes
Ativistas
Descendentes /e índios urbanos
Somos filhos da terra
 E vamos proteja La SEMPRE !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Diego barros /Indígena Guarani/Estado de  são Paulo / Cidade de Guariba  28 de maio de 2011 

domingo, 22 de maio de 2011

Assembleia aprova cota para indígenas em concursos públicos


A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aprovou o Projeto que estabelece a reserva de vagas para indígenas em concursos públicos do Estado para provimento de cargos.

O projeto foi apresentado por Teruel, que preside a Comissão de Trabalho Cidadania e Direitos Humanos, a pedido da seccional de Mato Grosso do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas de Campo Grande, Conselho Estadual de Defesa dos Direitos dos Índios, Setorial de Assuntos Indígenas do PT, Articulação dos Povos Indígena do Pantanal (Arpipan) e do Centro Social de Cultura Nativa de Mato Grosso do Sul.

Pelo projeto, todo concurso público para provimento de cargos no Mato Grosso do Sul, deverá destinar 3% das vagas para a população indígena. Teruel ressaltou que a medida é uma forma de combater a discriminação étnica. “O Mato Grosso do Sul possui a segunda maior população indígena do país, além de cinco núcleos urbanos em Campo Grande. Essa medida é uma forma de inserir o indígena no mercado de trabalho, aumentando a representatividade das diversas etnias indígenas no Poder Público”, destaca Teruel. Conforme as entidades, cerca de 64 mil indígenas vivem em Mato Grosso do Sul, representando 3,7% da população total.