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domingo, 14 de agosto de 2011

Toré





Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Toré é um ritual indígena de etnias do Nordeste do Brasil
Foi repassada de geração em geração, através da tradição oral
Possui em diferentes formatos e significados conforme a etnia 
que o pratica. 
Manifesta-se como uma dança na qual significados místicos, 
de encontro com os "encantados", e no centro da qual está a
 jurema (bebida).
Entre os índios no Nordeste,
 O Toré representa um símbolo de identidade indígena, 
de sua unidade e de diferenciação. 
O Toré é uma dança ritualística dos povos indígenas do 
nordeste e do Brasil, é realizado principalmente nas 
festividades do dia do índio , é uma forte tradição que 
celebra o sagrado, pois para os índios Xucurus cariris,
O Toré é Deus assim como Jesus é para os católicos. 
Para os potiguaras é a celebração da amizade 
entre aldeias diferentes , é a dança da representação coletiva. 
O Toré tem inicio após o discurso do cacique, este fala da
 importância do ritual para a tradição. Em seguida a aldeia 
faz uma oração silenciosa enquanto as pessoas se dividem 
em três grupos ou melhor em três círculos: 
círculos dos cantadores, dos tocadores, 
círculos das crianças e dos adolescentes,
 círculos dos homens e das mulheres.
O Toré é realizado a sete quilômetros da aldeia, 
num lugar sagrado chamado Ouricuri. 
As cantigas estão voltadas para os seguintes 
elementos: a natureza(frutas, peixes água)para a religião católica
( São Miguel, a Trindade)para o mar (a pesca) 
para as figuras místicas (os Tapuias Canindé e Jurema).
As bebidas consumidas durante a festa são a cachaça e a catuaba.
 Há vários grupos deToré pelo Brasil, um deles é o grupo de Toré do
 Rio São Francisco. O toré tem uma regência compassada e 
é cantado por ou por uma cantadora ou por um cantador. O toré é
 o símbolo da cultura indígena
 toré crianças tuxás]



ENCONTRO dos 14 + POVOS INDIGENAS da BAHIA



domingo, 7 de agosto de 2011

Ervas indígenas e pintura




VÍDEO COM ERVAS , PINTURAS E GRAFISMOS INDÍGENAS 

Seleção indígena de futebol feminino iG Esporte






Apaixonadas pelo esporte, boleiras-índias não se intimidam com as dificuldades e buscam inspiração na família e em Marta, craque brasileira eleita a melhor jogadora do mundo


Um time de moças paraenses quer conquistar o mundo. Escolheram um meio nada simples para se mostrarem, o futebol. Para aumentar os desafios, elas têm de enfrentar o estigma da etnia. As jovens em questão são indígenas. Vivem em aldeias do Pará e, agora, vão representar o país como a primeira seleção indígena feminina do Brasil.
Como aconteceu com a seleção brasileira feminina, a Funai (Fundação Nacional do Índio) decidiu abrir caminhos no futebol criando o time. Agora, buscará apoio da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para que as reconheça e ajude a criar campeonatos profissionais, reivindicação antiga de atletas que são profissionais há anos.
Apaixonadas pelo esporte, as indígenas não se intimidam com as dificuldades que precisarão enfrentar. Contam com o apoio da Funai e espelham-se nos maridos, pais e irmãos índios que já montaram o time masculino. Inspiram-se na atacante Marta, craque brasileira eleita quatro vezes a melhor jogadora do mundo.
Kyara Tuxêre tem apenas 14 anos é a estrela da seleção indígena. Joga futebol desde os sete anos e demonstra total familiaridade com a bola. É a grande aposta dos técnicos do time paraense no qual treina todos os dias, o Gaviões (base da seleção). O nome faz referência à etnia a que Kyara pertence, conhecida popularmente como gavião.
“Eu tenho o sonho de ser jogadora profissional. Acho que a seleção vai mostrar nossa cultura e que podemos crescer também”, opina Kyara. Moradora da aldeia Parkatejê, próxima à cidade de Bom Jesus do Tocantins, no Pará.
Hakakwyi Lima Haraxarê, 24 anos, também jogadora do time, alerta que o futebol mudou a realidade de muitos índios. A proximidade com a população branca fez com que o álcool e as drogas chegassem aos indígenas. Segundo a Funai, uma das razões para investir no esporte é combater o alcoolismo e a dependência química nas tribos. “Foi muito bom porque o futebol mudou a vida das pessoas. Já faz parte da nossa cultura também”, analisa Hakakwyi.
Visita à BrasíliaCarlos Dias, responsável pelas ações de esporte e lazer da Funai, tem planos ambiciosos: quer organizar uma Copa do Mundo entre times indígenas. Ela conta que países como a Noruega, o México, a Nova Zelândia e a Costa Rica têm seleções indígenas. A seleção brasileira deve, inclusive, enfrentar o time da Noruega em junho.
Dias já esteve até no Ministério dos Esportes pedindo apoio. Ele acredita que ainda há muito preconceito contra a população indígena, mas sonha com mudanças. As meninas da seleção passarão o fim de semana em Brasília. No domingo, disputam um amistoso contra um time profissional da cidade, evento em comemoração do Dia do Índio.
O time-base da seleção já disputa campeonatos amadores nas proximidades de Marabá. O Gaviões ganhou o último título da competição municipal. Kyara e as colegas de seleção treinaram com jogadoras universitárias da cidade na sexta-feira. A partida ficou empatada, mas elas prometem arrebentar no domingo contra as profissionais.

domingo, 31 de julho de 2011

Modo de vida do povo Anambé


Os Anambé perderam a maioria dos elementos culturais indígenas externos e seu modo de vida se assemelha ao dos sertanejos da região. Suas habitações são do tipo regional, com cobertura de palha ou de cavacos. Salvo pequenos cestos de carga, abanos, peneiras de trançado em espiral, fusos, pilões, ubás, arcos e flechas, todo o equipamento utilizado pelos Anambé é adquirido no comércio. Há umas quatro gerações fazem casamentos interétnicos com os regionais e os cônjuges não-índios e os filhos dessas uniões se integram à vida na aldeia. Nos anos 80, um antigo líder, talvez o único conhecedor das antigas tradições e dos cânticos indígenas tinha uma posição de prestígio, mas a liderança era exercida por um jovem com experiência na vida urbana, escolhido por ter maiores facilidades no trato com os regionais.
Os Anambé contaram a Napoleão Figueiredo que nos anos 40 foram levados até Belém e lá batizados, tendo como padrinho de todos eles o então governador Barata. A partir dos anos 60 passaram a batizar os filhos em Mocajuba, cidade para a qual se deslocam na festa da padroeira. Também mantêm contato com os pentecostais da Vila Erlim, próxima da aldeia. Sua mitologia sofreu influência tanto católica como evangélica e a figura do pajé já desapareceu faz muito tempo.
Os Anambé deixaram de comerciar o óleo de copaíba e o leite de maçaranduba, como faziam nas décadas de 50 e 60. E retiram madeira apenas quando necessitam uma quantia maior de dinheiro. Vendem regularmente os excedentes de suas roças (milho, arroz, farinha de mandioca), e eventualmente carne de caça, seja aos regatões que vão até a aldeia, ou diretamente em Mocajuba. Além da agricultura, outras atividades servem de suporte à subsistência: a caça, feita em grupo pelos homens, com o uso de espingardas, complementada pela apanha de jabutis pelas mulheres e crianças, se exerce sobre uma fauna hoje ameaçada pelos desmatamentos feitos por fazendas e serrarias; a pesca, realizada, com anzóis e linha, arco e flecha, sobretudo na estação seca, quando se recolhem também tracajás; e a coleta de frutos e mel.

MANIFESTAÇÃO DIRETA À ELETRONORTE - PRO-XINGU






Hora
quarta, 10 de agosto às 13:00 - 13 de agosto às 20:00

Localização
CENTRO DE EXPOSIÇÕES IMIGRANTES - SÃO PAULO


Mais informações
ATENÇÃO!! CHAMADA EXTRAORDINÁRIA!

"Entre os dias 10 e 13 de agosto, a Sobratema, a revista Grandes Construções e a Norte Energia apresentarão o projeto Belo Monte em detalhes para os visitantes engenheiros e demais interessados nessa obra que será um marco no desenvolvimento do Brasil. O evento acontecerá no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Além do pólo temático Belo Monte, a feira apresentará os pólos Copa 2014, TAV, Sustentabilidade, Vila do Aço, Equipamentos para obras urbanas e de pequeno porte."

VAMOS FAZER UM PANELAÇO EM FRENTE AO CENTRO DE EXPOSIÇÕES.

http://www.blogbelomonte.c​om.br/2011/07/20/norte-ene​rgia-marca-presenca-na-con​struction-expo2011/

domingo, 24 de julho de 2011

Lendas indígenas>mandioca >




Lenda da Mandioca
Nasceu uma indiazinha linda e a mãe e o pai tupis espantaram-se:
- Como é branquinha esta criança!
Chamaram-na de Mani. Comia pouco e pouco bebia.
Mani parecia esconder um mistério. Uma bela manhã, Mani não se levantou da rede.
O Pajé deu ervas e bebidas à menina. Mani sorria, muito doente, mas sem dores.
E sorrindo Mani morreu.
Os pais  enterraram-na dentro da própria oca e regaram a sua cova com água, como era costume dos índios tupis, mas também com muitas lágrimas de saudade.
Um dia, perceberam que do túmulo de Mani rompia uma plantinha verde e viçosa. A plantinha desconhecida crescia depressa.
Poucas luas se passaram e ela estava alta, com um caule forte que até fazia a terra rachar ao redor.
- Vamos cavar? - comentou a mãe de Mani.
Cavaram um pouco e, à flor da terra, viram umas raízes grossas e morenas, quase da cor dos curumins, nome que dão aos indiozinhos. Mas, sob a casquinha marrom, lá estava a polpa branquinha, quase da cor de Mani.
- Vamos chamá-la de Mani-oca. - resolveram os índios.
Transformaram a planta em alimento.
E até hoje, entre os índios do norte e do centro do Brasil, este é um alimento muito importante.
E em todo o Brasil (e não só!), quem não gosta da Mandioca?

A lenda do Muiraquitã é considerada um verdadeiro amuleto da sorte, que consiste num sapinho feito de pedra ou argila, é geralmente de cor verde, que era confeccionado em jade. Os indígenas contam a seguinte lenda: que estes batráquios, que eram confeccionados pelas índias que habitavam às margens do rio Amazonas. As belas índias nas noites de luar em que clareava a terra se dirigiam a um lago mais próximo e mergulhavam em suas águas retirando do fundo do lago bonitas pedras que modelavam rapidamente e ofereciam aos seus amados, como um verdadeiro talismã que pendurado ao pescoço levavam para caça, acreditando que traria boa sorte e felicidade ao guerreiro. Conta a lenda que até nos dias de hoje muitas pessoas acreditam que o Muiraquitã trás felicidade e é considerado um amuleto de sorte para quem o possui. O Muiraquitã apresenta também outras formas de animais, como jacaré, tartaruga, onça, mas é na forma de sapo a mais procurada e representada por ser a lenda mais original. As Icamiabas ofertavam a seus parceiros Guacaris, tribo mais próxima de nossas Amazonas, após o acasalamento na festa dedicada a Iaci, entidade considerada mãe do Muiraquitã e que anualmente durava dias. Conta a lenda, que depois de manterem relações sexuais, as Icamiabas mergulhavam até o fundo lo lago espelho da lua, nas proximidades das nascentes do rio Nhamundá, perto do qual habitavam as índias, nação das legendárias mulheres guerreiras que os europeus chamavam de amazonas (mulheres sem maridos), para receber de Iaci o famoso talismã, o qual recebia as bênçãos da divindade. A lenda diz também, que se dessa união nascessem filhos masculinos, estes seriam sacrificados, deixando sobreviver somente os do sexo feminino.

Lenda Guarani (A Origem do Mate)

 wichaska  Folclore Indígena 
Os cânticos de guerra reboaram na floresta, e Itabaetê marchou com seus homens à procura do grande acampamento. Toda a tribo partira, levando nos olhos o brilho da vitória. Só um homem, enfraquecido pelo peso dos anos, não pudera seguir nesta nova arrancada guerreira. E ficara chorando no oito de uma coxilha, olhar estendido à linha de combatentes que serpenteava pelos caminhos. Mesmo depois da tribo ter desaparecido no véu da grande mata, ainda o velho índio permanecera numa atitude de estátua, mudo, enovelado em mil recordações das pelejas passadas. Voltava, em pensamento. àqueles tempos em que seu braço era o mais temido da tribo, a sua flecha a mais certeira, os seus olhos os mais seguros a perscrutar a imensidão das noites, Agora, fraco, envelhecido, estava condenado a atirar-se inativo ao fundo das matarias. Para seu consolo, restavam-lhe apenas as recordações, e a beleza de Yarí, a mais jovem e a mais formosa de suas filhas – a qual, surda ao convite de muitos guerreiros enamorados, preferira permanecer junto ao velho pai, adoçando-lhe as últimas horas de vida com o mel de seus sorrisos.
Um dia, chegou ao rancho do velho guarani um viageiro estranho – roupagem colorida, olhos lembrando o azul de céus longínquos. O guarani logo percebeu que o homem vinha de terras distantes, muito além das matas do Maracaju, matas que ele cortara, vibrando de entusiasmo, nas caminhadas de outrora. A porta de couro de seu rancho abriu-se inteiramente, recebendo o estrangeiro. Yarí foi buscar os frutos mais lindos da floresta, e o mel mais doce das mirins. E o seu velho pai, cerrando um pouco os olhos para melhor buscar as riquezas de um mundo afastado no tempo, recordava episódios de sua mocidade, entusiasmava-se no relato das caçadas perigosas e dos entreveros ruidosos. Tudo foi feito para que as horas que o estrangeiro passasse naquele rancho fossem cheias de contentamento.
Desceu a noite sobre a terra e a rede foi estendida para o sono do visitante. Seus sonhos foram povoados pela voz suave da virgem, entoando as cantigas guaranis. E no outro dia, quando o sol espiou por entre os ramos mais baixos do arvoredo, foi encontrar o estrangeiro já pronto para seguir viagem.
- Em tuas mãos repousa a generosidade das fontes cristalinas… – disse ele ao velho índio. – Em teu coração se abriga a hospitalidade das planuras infindas dos charruas, onde os campos se abrem em mil caminhos sem estender nada que impeça o andar do viageiro; no corpo de tua filha se esconde a pureza dos o1hos-d’água e a alegria das madrugadas de minha terra. Tanta virtude merece ser recompensada. Venho dos domínios de Tupá, o Deus do Bem. Pede o que quiseres!
- Nada mereço pelo que fiz, senhor! -, respondeu o guarani. – Mas como a bondade imensa de Tupá quer pousar suas mãos sabre este rancho pobre, eu pediria mais um pouco de alento para os últimos passos do meu viajar. Outrora, eu guiava pelos caminhos da guerra um sem-fim de guerreiros; hoje, somente minha filha enche de vida as minhas horas derradeiras. Eu quisera um outro companheiro, que atirasse doçura aos meus lábios e descanso ao meu coração. Alguém que fosse meu último amigo, um amigo fiel. Assim, Yarí poderia seguir o rastro da nossa tribo, onde os jovens anseiam por seu amor para continuarem mais confiantes no caminho da vitória. É o que peço, senhor: um amigo fiel, um companheiro que encha de doçura a horas amargas da saudade…
O emissário de Tupá sorriu. Em suas mãos brilhava – recoberta de uma luz estranha – uma planta repleta de folhagens verdes, donde se desprendia um perfume de bondade, talvez o mesmo perfume de Tupá.
- Deixa crescer esta planta, e bebe de suas folhas! – disse o enviado de Deus. – Bebe de suas folhas, e terás o companheiro que pedes! Esta erva, que traz em si a graça do Tupá, se estenderá pelas matas, trazendo o conforto não só a ti mas a todos os homens de tua tribo. E tu, Yarí, serás a protetora das florestas que haverão de surgir. Os guerreiros provarão a mesma delícia de teu carinho ao sorver esta bebida; as caminhadas de guerra serão menos fatigantes, e os dias de descanso mais felizes…
E já se afastando do rancho, o enviado de Tupá repetiu:
- Terás um companheiro fiel, velho chefe guarani… E será a protetora de tua raça, Caá-Yarí…
E desde então Caá-Yarí é a senhora dos ervais e a deusa dos ervateiros. Todos merecem dela o máximo de auxilia, se lhe são fiéis. E se algum ervateiro, ainda não satisfeito com aquela proteção, quiser ver a fartura escorrendo de seus dedos, poderá fazer com ela um pacto sagrado. Bastará entrar numa igreja, durante a Semana Santa, e pedir Caá-Yarí em casamento, jurando viver para sempre nos ervais, voltado somente para o culto de sua deusa, sem nunca mais amar outra mulher… Deixará, depois, num ramo de erva-mate, um bilhete no qual marca um encontro com a bela protetora das florestas No dia marcado, deverá penetrar no fundo da mataria, onde Caá-Yarí lhe provará a bravura, interrompendo-lhe o caminho com serpentes e feras. E se o ervateiro for corajoso e forte, vencendo a todos os perigos, receberá a recompensa de Yarí.
Sua vida será toda tomada pelo amor da jovem deusa. Suas noites serão cheias de prazer, e seus dias cheios de fartura. Os ervais se despirão por encanto, enchendo os surrões de couro sem que ele tenha gasto o mínimo de esforço. Na hora da pesagem, Caá-Yarí – que é invisível para todos menos para o seu amante – pousará sobre os feixes de erva, aumentando o peso da colheita. A felicidade será eterna para o ervateiro!
Eterna… se ele não quebrar seu juramento… Pois se alguma mulher consegue desnorteá-lo, haverá de lhe entregar, junto às carícias, a sentença da desgraça. Um dia, o ervateiro será encontrado estirado no meio dos ervais, inexplicavelmente morto, ou então correndo pelas florestas, ensangüentado, delirando, louco!
É a vingança de CaáYarí! Ela jamais perdoa!

GRANDE MOVIMENTO MUNDIAL PRÓ XINGU, CONTRA A CONSTRUÇÃO DE BELO MONTE!!



Hora
sábado, 20 de gosto  
13:00 - 23:30
Localização
Av Paulista, 
em frente ao MASP

  • UM GRANDE EVENTO PELA LUTA DA SOBREVIVENCIA
  •  DOS POVOS XINGUANOS E PELO RESPEITO A TODAS 
  • AS ETNIAS INDIGENAS DO BRASIL!

  • Com realização de dançar xinguanas como TAKUARA, 
  • JAWARI e YAMURYCUMÃ e rituais de guerra como
  •  RANHURA e PINTURA...

  • VENHA! CHEGUE CEDO PARA SER PINTADO PELOS
  •  GUERREIROS DO XINGU!
  • Tragam suas faixas, suas vozes, seus apitos, suas panelas......
  • Os governantes precisam nos ouvir.

  • Faça parte desta corrente de cidadania
  •  e fazendo valer os nossos direitos. 
  • Mobilize a sua comunidade e faça
  •  um protesto no dia 20 de agosto na 
  • sua cidade e fortifique esta corrente!
  • Vamoa parar com essa injustiça 
  • e evitar este genocidio!

  • "O IBAMA liberou uma liminar 
  • autorizando a construção da usina,
  •  contrariando as ordens dadas pela
  •  OEA e ONU. Porem, o estado do
  •  Pará ja entrou com uma 
  • contra-liminar para revogar
  •  esta liminar.
  • E o pior...800 máquina ja 
  • foram encaminhadas à vitoria do xingu 
  • para a instalação do canteiro de obras que
  •  dará inicio à usina.

  • Esta construção coloca em risco a 
  • sobrevivencia de mais de 40.000,00 
  • pessoas; alagará uma região que 
  • compreende a 11 municipios afetando 
  • diretamente a economia brasileira e 
  • as relações exteriores por roomper de
  •  maneira irresponsavel, acordos internacionais 
  • e por ignorarem as ordens dadas pela OEA e ONU.

  • Ja temos as corfirmações dos estados do Acre, 
  • Pernambuco, Amazonas, Pará, Mato grosso, 
  • Mato grosso do sul, Brasilia, Paraná, Paraiba, 
  • São paulo, Rio grande do sul; alem de França, 
  • Estados Unidos, Canadá, Mexico, Peru, Ecuador,
  •  Argentina, Espanha, Portugal... Cada cidade se 
  • manifestando simultaneamente em favor de um 
  • Xingu livre de usinas!"

  • NÓS PODEMOS!
  • JUNTOS SOMOS MELHORES!

  • ...